
A PROPÓSITO DO BORONHA
A propósito de António Boronha, no seu artigo “Para quem servir a carapuça”.
Claro que todos sabemos que uma grande parte dos dirigentes desportivos enche os bolsos com comissões de transferências de jogadores. Também sabemos que a PJ tem investigado alguns casos, mas até agora não se chegou a conclusão nenhuma porque a “nota” não deixa rasto no passeio por esses paraísos fiscais, onde tudo se governa à grande e à francesa.
Mesmo assim, apesar do processo se mostrar seguro, os homens andam assustados e começam a criar caminhos novos para os seus grandes negócios.
Vamos a exemplos: António Araújo, não tendo capacidade nem currículo para tirar o curso de Agente FIFA, lá conseguiu, no Brasil, colocar a sua mulher no respectivo curso para dar a cara nos seus negócios.
O seu ex-grande amigo, Rui Alves, presidente do Nacional da Madeira, também casado com uma brasileira seguiu-lhe o exemplo e fez da sua mulher Agente FIFA. Como se não bastasse este desiderato, poucos dias depois de lhe ter sido entregue o diploma, a companheira do presidente do Nacional, não esteve com meias medidas e foi ter com o presidente do Marítimo oferecendo-lhe alguns jogadores. Carlos Pereira nem queria acreditar no que estava a acontecer. A mulher do seu maior inimigo a oferecer-lhe jogadores. Caiu-lhe o queixo.
Mas vamos ao requinte do negócio. Dois presidentes de clubes do Norte, fizeram uma sociedade de fundos de investimentos para negociar jogadores, tendo como sócio o Agente FIFA, Jorge Mendes. A empresa está registada e os negócios são claros como água. Apenas um senão: o primeiro negócio deste fundo de investimento foi a venda de um jogador do clube de um dos presidentes para o clube do outro presidente.
Melhor? Nem o Moggi.
Claro que todos sabemos que uma grande parte dos dirigentes desportivos enche os bolsos com comissões de transferências de jogadores. Também sabemos que a PJ tem investigado alguns casos, mas até agora não se chegou a conclusão nenhuma porque a “nota” não deixa rasto no passeio por esses paraísos fiscais, onde tudo se governa à grande e à francesa.
Mesmo assim, apesar do processo se mostrar seguro, os homens andam assustados e começam a criar caminhos novos para os seus grandes negócios.
Vamos a exemplos: António Araújo, não tendo capacidade nem currículo para tirar o curso de Agente FIFA, lá conseguiu, no Brasil, colocar a sua mulher no respectivo curso para dar a cara nos seus negócios.
O seu ex-grande amigo, Rui Alves, presidente do Nacional da Madeira, também casado com uma brasileira seguiu-lhe o exemplo e fez da sua mulher Agente FIFA. Como se não bastasse este desiderato, poucos dias depois de lhe ter sido entregue o diploma, a companheira do presidente do Nacional, não esteve com meias medidas e foi ter com o presidente do Marítimo oferecendo-lhe alguns jogadores. Carlos Pereira nem queria acreditar no que estava a acontecer. A mulher do seu maior inimigo a oferecer-lhe jogadores. Caiu-lhe o queixo.
Mas vamos ao requinte do negócio. Dois presidentes de clubes do Norte, fizeram uma sociedade de fundos de investimentos para negociar jogadores, tendo como sócio o Agente FIFA, Jorge Mendes. A empresa está registada e os negócios são claros como água. Apenas um senão: o primeiro negócio deste fundo de investimento foi a venda de um jogador do clube de um dos presidentes para o clube do outro presidente.
Melhor? Nem o Moggi.

